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Notícias com assuntos relacionados a Suape Energia e com o nosso cenário energético no Brasil

Suape Energia assina contrato para exportar energia para Argentina


Na quinta-feira, 30 de junho, a Suape Energia assinou contrato para exportação de energia para Argentina, com vigência até dezembro de 2018.

Esse contrato vem como consequência de recente autorização pelo Ministério de Minas e Energias para que as geradoras do país exportem até 2,1 GWmed de potência para Argentina. A comercialização da energia ficou sob responsabilidade da empresa Tradener e o despacho das usina sob responsabilidade do Operador Nacional do Sistema – ONS.

Caso seja despachada pelo ONS, a UTE Suape II poderá produzir até 358 MWmed de energia para os hermanos. A exportação de energia movimenta o setor energético, gera empregos e renda, além de auxiliar a Argentina em um momento de alta demanda de energia.

“A exportação de energia é uma grande oportunidade para as geradoras na modalidade por disponibilidade de manter a demanda pela sua energia, garantindo a continuidade de sua operação e a manutenção de milhares de empregos. Conjugada ao fato de que é uma operação que em nada prejudica a segurança energética do país, porque se utiliza de usinas que atualmente não estão operando, isso torna a exportação de energia um produto de grande valia para todo o setor, principalmente em um momento de crise como o atual", destaca o Diretor Técnico Sr. Glauco Campos.

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Assinatura do contrato para exportação de energia para Argentina.



SUAPE ENERGIA PATROCINA EVENTO INTERNACIONAL DE CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES


Em consonância com um dos principais valores da companhia, o Atendimento aos requisitos legais ambientais, com foco na sustentabilidade do negócio e na preservação do meio ambiente, a Suape Energia apoiou o I SIMPÓSIO BRASILEIRO DA FAUNA SOBRE-EXPLOTADA E AMEAÇADA DE EXTINÇÃO e o 1º WORKSHOP SYNGNATHIDAE BRASIL, organizado pelo Projeto Hippocampus e realizado nos dias 04, 05 e 06 de novembro em Porto de Galinhas (PE). O evento reuniu especialistas nacionais e internacionais, órgãos públicos e organizações não-governamentais que atuam com foco na conservação das espécies da fauna brasileira cuja existência encontra-se ameaçada. O Projeto Hippocampus (http://www.projetohippocampus.org/) se dedica à conservação, biologia e cultivo do cavalo marinho, promovendo ações de educação ambiental, e tem sede localizada em Porto de Galinhas, município vizinho às instalações da Suape Energia. Através de ações dessa natureza, a Suape Energia reforça seu compromisso com a valorização da sustentabilidade e seu engajamento em ações de proteção à vida em suas mais diversas formas, como formas de promover a qualidade de vida das futuras gerações.

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Diretor Presidente (Glauco Campos) (Diretor Presidente da Suape Energia) e Coordenadora de Meio Ambiente (Marcela Teixeira) da Suape Energia prestigiam o 1º SIMBRAFAUNA.



Decisão da Agenersa pode causar prejuízos irreparáveis a termicas a gás natural do Rio de Janeiro


O reajuste qüinqüenal é uma ferramenta útil para corrigir distorções. Todavia, a revisão deve ter por base uma lógica tarifária consistente, significando dizer que benefícios e ônus devem estar atrelados Xisto Vieira Filho, para a Agência CanalEnergia, Artigos - 08/05/2009

A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa) concluiu o processo da 2ª Revisão Qüinqüenal de Tarifas da CEG e da CEG RIO. Como resultado do referido processo a Agência Reguladora aprovou um aumento linear de margem de 11,83% para todas as categorias tarifárias.

Observa-se que os contratos vigentes já contemplam reajustes anuais com base no IGP-M.

Entendemos que o reajuste qüinqüenal é uma ferramenta útil para corrigir distorções, de forma que seja possível viabilizar os recursos necessários para a expansão da rede de distribuição de gás. Todavia, a revisão qüinqüenal deve ter por base uma lógica tarifária consistente, significando dizer que benefícios e ônus devem estar atrelados.

Fonte: http://www.abraget.com.br/zpublisher/materias/Noticias.asp?id=16734

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Caro é termos um racionamento


É ilusório esperar que as fontes alternativas renováveis vão sustentar o crescimento da demanda de energia no curto prazo. E mais a construção de grandes blocos de hidreletricidade também não são mais críveis. Por isso, as termelétricas têm um papel a desempenhar na matriz energética mais diversificada no país. É isso que se conclui na entrevista exclusiva de Xisto Vieira Filho, presidente da Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas, à Agência CanalEnergia.

"Dessa forma, temos que saber que a nossa matriz energética será bem mais diversificada daqui para frente, e isto, se feito de forma adequada não é caro. Caro é termos um racionamento", afirmou o executivo. Vieira Filho também pede mudanças regulatórias, como a instituição de leilões por fontes de energia e mudanças na cobrança da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão por parte das térmicas próximas ao centro de carga.

"É incrível olharmos que os geradores térmicos do subsistema Nordeste, principalmente, próximos da carga, paguem tarifas de transmissão maiores que as hidrelétricas, distantes eletricamente da mesma", comparou o executivo. Ele se mostrou preocupado também com a instrução normativa nº 7 do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, que estabelece um novo licenciamento ambiental para as térmicas.

Fonte: http://www.abraget.com.br/zpublisher/materias/Noticias.asp?id=16736

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